domingo, 31 de agosto de 2008

Contra o aquecimento Global.

Arquiteto propõe cidade flutuante 'high tech'
Ilhas teriam capacidade para abrigar até 50 mil pessoas.
Cidade é autônoma em geração de energia e controle de poluição.

Lilypad, projeto de cidade flutuante criada pelo arquiteto Vincent Callebaut.

Caso as previsões catastróficas dos cientistas que pesquisam o aquecimento global se confirmarem, o mundo já tem algumas soluções, uma delas foi pensando em umas das conseqüências mais comentadas: inundação de diversas cidades costeiras, devido à elevação do nível do mar. Foi nessa onda que o arquiteto belga Vincent Callebaut propôs a construção de vilas flutuantes, com sistemas computadorizados capazes de controlar da produção de energia à desalinização da água, seriam cidades flutuantes. As cidades artificiais propostas por Callebaut, batizadas de 'Lilypad', poderiam ser instaladas em qualquer lugar do oceano. Autosustentáveis, cada vila tem capacidade para receber 50 mil moradores.

Cidade artificial terá capacidade para abrigar 50 mil pessoas.

Utilizando apenas tecnologias já disponíveis hoje em dia, afirma o arquiteto, as vilas flutuantes seriam ecologicamente adequadas. A energia seria fornecida por placas de captação de raios solares, turbinas eólicas e usinas movidas pelo movimento das ondas do mar. Um lago construído no centro da ilha serviria para capturar, armazenar e purificar a água da chuva. A cidade proposta também tem três marinas - já que os barcos seriam a principal forma de ligação entre as vilas e com o continente - e montanhas artificiais.


Mais informações sobre o arquiteto e seus trabalhos podem ser encontradas em seu site clique aqui. Veja o vídeo sobre o projeto: LILYPAD: CITTA' GALLEGGIANTI




O que você acha sobre a arquitetura futurista??? Parece de outro mundo? Dê sua opinião!!!

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Ainda sobre autoconstrução...

"Se o Projeto Lei nº 6.981, que tramita no Senado for aprovado, engenheiros civis, arquitetos e urbanistas serão contratados pelas prefeituras para dar assistência técnica gratuita às famílias de baixa renda. Os serviços de engenharia e arquitetura incluiriam a construção de novas residências, reformas, ampliações ou regularizações fundiárias.

O atendimento seria prioritário às iniciativas sob o regime de mutirão ou áreas declaradas por lei como de interesse social. "As entidades estão pleiteando a prestação de serviços e engenharia e arquitetura pública há muitos anos", afirma Ricardo Veiga, presidente do Confea. O próprio Conselho possui programas de engenharia e arquitetura públicas semelhantes, como o Programa Casa Fácil (Crea Paraná) e Programa Engenharia e Arquiteturas Públicas (Crea Minas Gerais).

Veiga não identifica a autoconstrução dessas famílias como uma ameaça ao setor pela atual condição do mercado. Ele salienta que a inserção de aspectos técnicos nessas construções apenas acrescentaria melhorias à sociedade e evitaria problemas como desabamentos ou reformas desnecessárias por erros de execução. "O profissional pode orientar para evitar gastos e, até mesmo, o consumo de insumos de forma desnecessária", aponta. Outra melhoria diz respeito à questão estética que os arquitetos e urbanistas poderiam oferecer aos projetos dessas famílias.

A CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), o Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), a Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) e o Deputado Zezéu Ribeiro não se pronunciaram até o encerramento desta matéria. O projeto, que engloba famílias com renda de até três salários mínimos, foi baseado no artigo 6° da Constituição Federal, que estabelece o direito social à moradia, além de outros dispositivos legais. Ainda não há data definida para a votação do projeto. De autoria do Deputado Zezéu Ribeiro (PT-BA), que também é arquiteto e ex-conselheiro do Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), o texto teve colaboração de diversas entidades do setor profissional da construção civil.

O projeto foi escrito em 2006 após duas audiências públicas na Câmara dos Deputados, mesas-redondas no Fórum Mundial Social e seminários promovidos pela FNA (Federação Nacional de Arquitetos e Urbanistas) com participação do IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil), Sistema Confea/Crea, Ministério das Cidades, universidades e até mesmo prefeituras. Ainda não há definição quanto à procedência dos recursos para a implantação do projeto."

Enquanto isso... é essa a imagem que temos das autoconstruções no Brasil.

Favela no Brasil
....DEFINIÇÕES....
Aprendendo sempre um pouco mais!
De acordo com a definição do IBGE, aglomerado subnormal é um conjunto constituído por unidades habitacionais (barracos, casas), ocupando ou tendo ocupado, até período recente, terrenos de propriedade alheia (pública ou particular), dispostas, em geral, de forma desordenada e densa e carentes, em sua maioria, de serviços públicos essenciais.
Falaremos um pouco sobre este setor censitário em outra postagem.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Assistência Técnica à Autoconstrução


Projeto de Lei prevê Assistência Técnica
de Arquitetos e Engenheiros à Autoconstrução

Este projeto prevê, através da construção coletiva do espaço, uma forma de propiciar troca de conhecimento que leve à transformação da cultura da autoconstrução. Em um segundo momento, os conhecimentos adquiridos serão aplicados no projeto e planejamento de obras de reformas das casas das famílias envolvidas.

O projeto Lei nº 6.981 encontra-se tramitando no Senado a espera de ser aprovado.
Mais?????
Veja uma postagem relacionada ao tema no Blog
"Habitação social-urbanismo" da colega blogueira Silvia Barboza clique aqui.