quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Feliz Natal e Feliz 2009!!!

A todos vocês, meus caros leitores, colegas e amigos, uma breve mensagem.
Por Karolynne Duarte


Desejo do fundo do coração um natal repleto de alegrias e realizações!

Muita saúde e bom humor para viver cada dia do próximo ano e desta última semana de 2008 também, é lógico! rsrs e desejo muito "jogo de cintura" para encarar os problemas que porventura aparecerem nestes dias abençoados!

A vida vale a pena, mas temos que zelar por ela! A cidade vale a pena também, mas temos que cuidar dela e nos educar para conviver com o próximo! Temos que ser menos individuais, pois não vivemos só... e sim, em sociedade. Temos que nos educar e educar o próximo sempre que possível e permissível!

Vamos dizer mais:

Bom dia, Boa tarde e Boa noite!
Muito obrigado(a)!
Por favor,....
Por gentileza...
Com licença...
Desculpe-me...
Posso?
e outras palavras que dizem tudo e que nos permitem um sorriso de muito agradecido por sua educação!

- Ei! Caiu, colega!
Vamos avisar que o "lixo" caiu no chão com toda a educação e fingindo que não percebeu que o coleguinha jogou de propósito... Vamos manter nossas cidades mais limpinhas... A Comlurb não serve somente para isso, então pode deixar que ela terá o que limpar, como as folhas que caem das árvores no outono e durante o ano todo também, por exemplo!

Desejo principalmente que no ano que vem o subúrbio carioca seja melhor reconhecido por toda a população carioca e seus governantes e que se viva seu momento de glória eterna. Que esta realização seja demonstrada em ações de projetos feitos de forma excelente e gratificante para aqueles que vivem o subúrbio carioca!

Pela memória e urbanidade suburbanas!

Muito obrigada por sua atenção e na gotinha de esperança depositada nas palavras desejadas acima!

Feliz Natal e Feliz 2009!

Um abraço!

domingo, 7 de dezembro de 2008

sábado, 6 de dezembro de 2008

Aprovada a Lei de Assistência

Vai à sanção projeto que garante assistência técnica para construção de moradias de famílias de baixa renda. A lei assegura às famílias de baixa renda assistência técnica pública e gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social e altera a Lei nº 11.124, de 16 de junho de 2005.

"De autoria do deputado Zezéu Ribeiro (PT-BA), o PLC determina que a assistência técnica prevista abranja todos os trabalhos do projeto de construção da moradia, ficando o acompanhamento e a execução da obra a cargo de profissionais das áreas de arquitetura, urbanismo e engenharia. Segundo o autor da matéria, praticamente todas as áreas urbanas convivem com “números inaceitáveis em termos de déficit habitacional e com a urbanização desordenada, realizada sem orientação técnica”.
"Além de assegurar o direito à moradia e assistência técnica, o projeto busca otimizar e qualificar o uso e aproveitamento racional do espaço edificado e de seu entorno, formalizar o processo de edificação, reforma ou ampliação da habitação perante o poder público municipal, e evitar a ocupação de áreas de risco e interesse ambiental."

Para saber mais a respeito clique neste link publicado pelo IAB-RJ.

Links relacionados:

Assistência Técnica à Autoconstrução e Ainda sobre autoconstrução...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

O Velho Oeste Carioca



Semana que vem, dia 9 de dezembro, será lançado o livro “O Velho Oeste Carioca” do jornalista e crítico do caderno Prosa & Verso do Globo, André Luis Mansur. O livro descreve a zona oeste do Rio de Janeiro a partir do século XVI, quando justamente esta área é desbravada pelos jesuítas através de caminhos que levam ao antigo sertão carioca, esse caminho era conhecido como caminho dos jesuítas, que depois virou se tornou Caminho Imperial e depois Estrada Real de Santa Cruz (preferia o nome Suburbana!!!). A região, neste período, foi organizada pelos jesuítas, que mais adiante seriam expulsos por Marquês de Pombal.

Antiga edificação da fazenda


O lançamento será na livraria Arlequim que fica no Paço Imperial na Praça Quinze – Centro entre às 17h e 20h30. Como a tema é sobre a história da zona oeste, de Deodoro à Sepetiba, a partir do século XVI, não podia faltar um comemoração de lançamento na região estudada, e sendo assim, haverá um lançamento extraordinário no dia 13 do mesmo mês, a partir das 17h no Chopp da Villa, que fica na Estrada do Pré, 91 – Largo da Villa Santa Rita.

O objetivo do livro é disseminar para a população local, do município e afins sobre a memória da zona oeste, a fim de que isso torne a região mais valorizada. Sempre acreditei que este tipo de iniciativa – a busca da identidade e história local do bairro/zona – fosse a mais eficiente, pois é através da memória que enxergamos o verdadeiro valor daquilo que foi registrado, gerando amor e respeito pelo bairro/cidade.

Confira mais sobre os trabalhos do crítico jornalista através de seu Blog.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Uma palhinha do Trem do Samba... Experimente!

Como não poderei estar lá para mostrar o quão linda será esta festa em comemoração ao Dia do Samba, coloquei a disposição um vídeo de 10 minutos de uma edição anterior do "Trem do Samba".

Você sabia que...
  • O "Trem do Samba" ou "Pagode do Trem" começou na primeira metade do século XX. Naquela época, o samba ainda não era reconhecido como música nacional e era marginalizado pela sociedade. Para contonar esta situação, Paulo da Portela com outros amigos sambistas encontraram um jeito: começaram a se reunir para cantar samba nos trens abandonados da Central do Brasil, e assim, surgiu o samba do trem.
  • Este dia foi escolhido, pois era o último dia do 1º Congresso de Samba, que aconteceu entre os dias 28 de novembro e 2 de dezembro de 1962 (aconselho que leia um post antigo do blog Falando de Dança).
  • "Ao contrário do que muitos pensam, o samba não é um ritmo vindo da África, nem de origem indígena, como já foi publicado em periódicos de dança de salão. Ele é legitimamente brasileiro, com grande influência da cultura negra e indígena, mas também com características de músicas européias da época. Mais do que um ritmo, o samba tornou-se a própria identidade musical brasileira" - Carla Salvagni.
Aproveitem e não fique só na vontade, participe dessa antiga tradição o samba de trem. Pois como dizia Caymmi:

"Quem não gosta de samba, bom sujeito não é. É ruim de cabeça ou doente do pé".

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Como mandar doações a Santa Catarina


A partir de hoje algumas unidades do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro passam a receber doações para ajudar as vítimas afetadas pelas inundações que atingiram o Estado de Santa Catarina.


A corporação pede:


-fralda descartável;
-absorvente;
-água mineral,
-arroz;
-feijão,
-óleo de soja,
-açúcar;
-pó de café
-macarrão;
-leite em pó;
-sabão;
-detergente;
-sabonete;
-roupas;
-sapatos.


Os cariocas que quiserem entregar suas doações podem se dirigir ao Grupamento Operacional do Comando Geral do Corpo de Bombeiros, nos grupamentos de Humaitá, Méier, Niterói, Nova Iguaçu, Campinho, Vila Isabel, Grajaú, Jacarepaguá, Campo Grande, Copacabana e Ilha do Governador. As doações também pode ser entregues nos grupamentos marítimos da Barra da Tijuca e de Copacabana.


Confira os endereços aqui. Maiores explicações podem ser vistas nos seguintes links jornalísticos do Correio 24 horas 1 e 2.


AJUDEM SANTA CATARINA!!!

domingo, 30 de novembro de 2008

Trem do Samba/Pagode do Trem

No dia Nacional do Samba, 2 de dezembro, acontecerá o Trem do Samba, que chega a sua 13ª edição nesta próxima terça-feira. Esta é a única oportunidade no ano de você assistir a dezenas de grandes artistas num mesmo dia e de graça!

A partir das 16 horas começa a concentração em um palco montado na Central do Brasil, antes das saídas dos trens, com shows de Marquinhos de Oswaldo Cruz, da Velha Guarda da Portela, da Mangueira, do Império Serrano e da Vila Isabel. Depois, saem quatro trens rumo à Oswaldo Cruz, a partir das 19 horas.

"Os vagões vão estar repletos de caixas e tamborins para embalar a voz de ilustres sambistas como Tia Doca, Nelson Sargento, Moacyr Luz, Almir Guineto, Mauro Diniz e Dona Ivone Lara. Em Oswaldo Cruz, o show continua... Para atravessar a cidade no trem do samba basta levar 1 kg de alimento não perecível, que deve ser entregue na bilheteria da Central do Brasil", para a troca por ticket. Os alimentos serão doados para o Banco Rio de Alimentos do programa Fome Zero. Serão 3.500 bilhetes. Outras informações: (21) 3826-0140

Como voltar para casa? Aí vão algumas dicas: algumas pessoas preferem alugar vans em grupo antecipadamente; outros preferem voltar de trem ou ônibus ao amanhecer ou até mesmo um táxi ou uma kombi "alternativa", no entanto a Supervia está garantindo trens extras que sairão às 23h, 24h e 1 hora da manhã da Estação de Oswaldo Cruz com destino somente à Central do Brasil. O evento é muito seguro, mas há aqueles que ficam bêbados e correm o risco de deixar cair a carteira, então o conselho é levar o essencial: dinheiro trocado, cópia da identidade e chaves de casa.

Marquinhos de Oswaldo Cruz, cantor e compositor que idealizou o projeto, promete muita animação esse ano, oferecendo uma programação intensa - e gratuita - para sambista nenhum botar defeito. Este ano, tem uma novidade muito especial: haverá um vagão para o pessoal do Samba da Ouvidor!

Segundo o idealizador do projeto, "o Pagode do Trem é um estímulo a quebra do muro invisível que parte essa cidade. Faz com que os moradores possam conhecer a hospitalidade e alegria do povo suburbano, que, na maioria das vezes só é apresentado como violentos e selvagens".

Confira a programação completa do Trem do Samba:


SHOWS DE ABERTURA

LOCAL: CENTRAL DO BRASIL – DAS 17H ÀS 20H30
Bateria do Mestre Faísca; Marquinhos de Oswaldo Cruz; Velha Guarda da Portela; Velha Guarda do Império Serrano; Velha Guarda da Mangueira; Velha Guarda do Salgueiro; Velha Guarda da Vila Isabel; Nelson Sargento; Wilson Moreira; Walter Alfaiate; Nadinho da Ilha; Xangô da Mangueira.

PARTIDAS DOS TRENS PARA OSWALDO CRUZ:

1º TREM – TREM CANDEIA – SAÍDA: 19h
  • Vagão 1 – Velha Guarda da Portela e Marquinhos de Oswaldo Cruz
  • Vagão 2 – Tia Doca
  • Vagão 3 – Cacique de Ramos
  • Vagão 4 – Pagode do Negão da Abolição
  • Vagão 5 – Grupo Autonomia
  • Vagão 6 – Clube do Samba
  • Vagão 7 – Embaixadores da Folia
  • Vagão 8 – Quilombo
2º TREM – TREM SILAS DE OLIVEIRA – SAÍDA: 19h20

  • Vagão 1 – Velha Guarda do Império Serrano
  • Vagão 2 – Grupo Roda do Bip
  • Vagão 3 – Pagode do Nelsinho e da Wilma
  • Vagão 4 – Mestre Faísca
  • Vagão 5 – Manga Preta
  • Vagão 6 – Pagode da Tia Ciça
3º TREM – TREM CARTOLA – SAÍDA: 19h40

  • Vagão 1 – Velha Guarda da Mangueira
  • Vagão 2 – Velha Guarda do Salgueiro
  • Vagão 3 – Pagode do Sambola
  • Vagão 4 – Bloco Voltar pra Quê?
  • Vagão 5 – Grupo Parados na Ponte
  • Vagão 6 – Grupo Regente
4º TREM – TREM LUIZ CARLOS DA VILA – SAÍDA: 20h
  • Vagão 1 – Velha Guarda da Vila Isabel
  • Vagão 2 – Caldos e Canjas
  • Vagão 3 – Quizomba
  • Vagão 4 – Bloco da Cachaça
  • Vagão 5 – Pagode do Renascença e Renato Milagres
  • Vagão 6 – Democráticos de Guadalupe
  • Vagão 7 – Grupo Nossa Arte de Niterói/Quintal de Jorge
  • Vagão 8 – Pagode da Ouvidor (o Samba da Ouvidor!) e Pagode de São Gonçalo
SHOWS EM OSWALDO CRUZ

PALCO 1: Rua João Vicente, ao lado da Estação de Oswaldo Cruz – Início: 19h

  • Grupo Família
  • Pagode da Tia Doca e do Nem Bombril
  • Genaro da Bahia
  • Efson
  • Marquinhos de Oswaldo Cruz
  • Delcio Carvalho
  • Bandeira Brasil
  • Noca da Portela
  • Elaine Machado
  • Trio Calafrio
  • Almir Guineto
  • Gaúcha
  • Deni de Lima

PALCO 2: Praça Paulo da Portela, em frente à Portelinha, em Oswaldo Cruz

Início: 19h
  • Grupo Descendo a Serra
  • Velha Guarda da Portela
  • Velha Guarda do Império Serrano
  • Velha Guarda da Mangueira
  • Velha Guarda do Salgueiro
  • Velha Guarda da Vila Isabel
  • Catimba
  • Trio ABC
  • Ari do Cavaco
  • Bateria da Portela e Anderson Paz
  • Tantinho da Mangueira
PALCO 3: Rua Átila da Silveira, em Oswaldo Cruz – Início: 19h

  • Grupo do César
  • Marquinhos de Oswaldo Cruz
  • Moacyr Luz
  • Ernesto Pires
  • Serginho Procópio
  • Dorina
  • Ircéia
  • Zé Luiz do Império
  • Toninho Geraes
  • Agrião
  • Mauro Diniz
  • Dona Ivone Lara
RODAS DE SAMBA EM OSWALDO CRUZ

  • Rodas de número ímpar: Rua Átila da Silveira – A partir das 21h
  • Rodas de número par: Rua João Vicente – A partir das 21h
  • RODA DE SAMBA 01 – Bloco da Cachaça
  • RODA DE SAMBA 02 – Grupo Manga Preta
  • RODA DE SAMBA 03 – Grupo Autonomia
  • RODA DE SAMBA 04 – Quizomba e Tia Gessy
  • RODA DE SAMBA 05 – Mestre Faísca
  • RODA DE SAMBA 06 – Democráticos de Guadalupe
  • RODA DE SAMBA 07 – Clube do Samba
  • RODA DE SAMBA 08 – Pagode do Gil
  • RODA DE SAMBA 09 – Tia Ciça
  • RODA DE SAMBA 10 – Pagode da Dulcinha e do Zau
  • RODA DE SAMBA 11 – Luciano da Carvoaria
  • RODA DE SAMBA 12 – Pagode do Renascença e Renato Milagres
  • RODA DE SAMBA 13 – Grupo Senzala
  • RODA DE SAMBA 14 – Vera Caju
  • RODA DE SAMBA 16 – Grupo Regente
  • RODA DE SAMBA 18 – Pagode do Nelsinho e da Wilma
  • RODA DE SAMBA 20 – Roda do Bip

BLOCO DE PARTIDO ALTO

Local: Vai da Rua Carolina Machado (esquina com Rua Fernandes Marinho) à Praça Paulo da Portela (Oswaldo Cruz) – Início: 20h

  • Marquinhos de Oswaldo Cruz
  • Renatinho Partideiro
  • Di Caprio
  • Gabrielzinho do Irajá
  • Anderson Baiaco
  • Coelho
  • Cacique de Ramos
O Pagode do Trem 2008 tem patrocínio da Petrobrás, apoio da Caixa Econômica Federal, do SEBRAE, da Lei Rouanet, do Governo Federal, do Ministério do Turismo, da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e apoio institucional da SuperVia, da Riotur e da Prefeitura do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

CENTENÁRIA CIDADE MARAVILHOSA...

CENTENÁRIA CIDADE MARAVILHOSA E O NOSSO RIO CONTINUA LINDO

O NEPEC - Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Espaço e Cultura - do Instituto de Geografia da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) realizará o seminário científico-cultural intitulado "Centenária Cidade Maravilhosa e o Nosso Rio Continua Lindo", por ocasião dos cem anos do título conferido pelo escritor Coelho Neto, no dia 29 de novembro de 1908, no jornal "A Notícia". Neste sentido, o mesmo acontecerá entre 26 e 29 de novembro de 2008 na UERJ - Rua São Francisco Xavier, 524, nos Auditórios 11 e 13.

O seminário terá mesas-redondas que debaterão sobre variados assuntos da cidade do Rio de Janeiro, como música, teatro, religião, esporte, comunicação, entre outros. Haverá também uma apresentação do Coral da UERJ no primeiro dia do evento.

No dia 29 de novembro de 2008, haverá missa em Ação de Graças em louvor à centenária Cidade Maravilhosa, na Igreja Nossa Senhora da Candelária, às 10 horas e, logo após, às 11 horas, roteiro a pé, grátis, "(En)cantos e Trilhas da Centenária Cidade Maravilhosa de São Sebastião do Rio de Janeiro", no Centro da urbe carioca.

O credenciamento poderá ser feito em todos os dias do evento, das 9h às 18h. As inscrições já estão abertas, e para mais informações sobre a programação, ligue para 8871-7238, ou envie e-mail para:cidademaravilhosa2008@uol.com.br.

Palestra sobre Empreendedorismo - Quintino

Agora em novembro, mês de comemoração do Dia Nacional da Consciência Negra, em memória de Zumbi dos Palmares como símbolo de resistência à escravidão, a atividade mensal do PROGRAMA DE REFLEXÕES E DEBATES PARA A CONSCIÊNCIA NEGRA" realizará a palestra "EMPREENDEDORISMO: novos caminhos de luta para a liberdade e realização", com empreendedoras relatando e conversando sobre suas experiências empresariais.
A atividade acontece no Colégio Estadual Professor Sousa da Silveira, em Quintino Bocaiúva, na Zona Norte. A iniciativa é parte do Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra. O evento acontece nesta próxima quinta-feira, dia 27 de novembro, às 19:00h.

O Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra surgiu em 2004, depois de uma semana inteira dedicada às discussões sobre a Lei 10.639/03, que torna obrigatória a inserção da cultura afro-brasileira nos ensinos Fundamental e Médio. O sucesso do evento determinou sua inclusão como parte do Projeto Político-Pedagógico (PPP) da unidade, em 2005, com o apoio de professores de todas as disciplinas e, principalmente, dos 520 alunos que cursam o Ensino Médio noturno. O tema será relacionado com Zumbi dos Palmares.

As atividades se sucederam, desde então: exposições, palestras, debates e trabalhos em sala de aula já fazem parte do dia-a-dia da escola. A idéia é valorizar o conhecimento dos docentes e estudantes, falar sobre a história africana e valorizar a contribuição dessa cultura no vocabulário, na culinária, na música e nas tradições do povo brasileiro.

A palestra conta com palestrantes Cássia Marinho, Sônia Bahiana e Mara Silva e está sob a coordenação da Profª. Carla Lopes. O Colégio Estadual Professor Sousa da Silveira, que fica na famosa Rua Amália s/nº - Quintino Bocaiúva - Rio de Janeiro - RJ.

Maiores contatos é só mandar um e-mail para programa.rdcn@gmail.com ou ligar para (21) 2595-6209 / 5691.

Agora é só aparecer e participar!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Fórum de Turismo & Cultura Popular de Madureira

É esse realmente, este ano está sendo o ano do subúrbio em questão! Estou vendo, hoje, que não “nado” sozinha nesta onda suburbana, e que tenho muitos companheiros com o mesmo pensar que eu, melhor dizendo, o mesmo objetivo. Tornar o nosso subúrbio reconhecido, porque não um Patrimônio cultural e urbanístico? Hein!?!

Bem, o colóquio realizado ontem pelo NEURB, possibilitou um contato com outras partes interessadas, até conheci meu novo colega blogueiro do Visão Suburbana, mas hoje venho aqui para divulgar mais um futuro evento que ocorrerá nos dias 27 e 28 de novembro no SESC Madureira. Será o Fórum de Turismo & Cultura Popular de Madureira. Como Madureira é uns dos bairros suburbanos mais conhecidos e mais importantes, devido a sua importância comercial, ter essa iniciativa promoverá a reunião de pessoas que poderão disseminar a importância da valorização da memória e da identidade suburbana, e nada melhor do que o turismo para proporcionar essa identificação!

Ah! Quem me dera! Queria eu poder ficar o dia inteiro explicando sobre subúrbios para aqueles que pretendem conhecer essas riqueza, e assim, estudar mais para conhecer aqueles que conheço só de passagem de trem ou de ônibus e assim conhecer a fundo para poder deter esse conhecimento!

O SESC Madureira fica na Rua Ewbanck da Câmara, nº 90 – telefone para contato é o (21) 3350-7744 / 3350-2676, próximo à Rua Domingos Lopes e à estação de trem de Madureira. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 24 de novembro ou clique aqui.


domingo, 16 de novembro de 2008

Seminário sobre os 150 anos de subúrbio carioca!


Mais uma vez venho aqui lembrar do seminário que o NEURB que fará sobre subúrbio carioca. O objetivo do seminário é explorar sobre a origem do subúrbio e fazer análises sobre aspectos pouco explorados pela geografia e pela sociedade, estimulando assim, novos estudos e novas leituras! O seminário será realizado no Hall do Instituto de Geociências da UFF, nos dias 18, 19 e 20 de novembro.


Programação:

18 de novembro

8:30 - Credenciamento

9:30 - Abertura

10:00 - 1ª mesa redonda

14:30 - Oficina

18:00 - 2ª mesa redonda

19 de novembro

10:00 - 1ª mesa redonda

14:30 - Oficina

18:00 - 2ª mesa redonda

20 de novembro

9:00 às 16:00 - Trabalho em campo no subúrbio. Ponto de encontro: Estação Central do Brasil.

Mais informações, ligar para: (21) 2629-5969

E vamô que vamô!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Trens no subsolo, uma forma de integrar bairros do subúrbio

Na semana passada, li uma reportagem no jornal Extra que muito me interessou! O que seria??? Sobre meu amado subúrbio... é lógico!!! O prefeito eleito já tem em mãos um projeto que servirá de base para a construção de mergulhões, pelos quais passariam trens em bairros como Méier e Madureira.

O objetivo seria integrar os bairros, uma vez que a linha férrea que tanto trouxe progresso para o nosso país e foi fator gerador desta região, acabou criando ao longo dos anos, ao se murar a linha, um limite, uma seção que acabou atingindo a dinâmica dos bairros que foram surgindo ao longo da estrada de ferro.

O projeto, feito pelo arquiteto Paulo Casé que prevê a construção, nas superfícies dos mergulhões, de quadras, entradas e saídas de estações, praças, quiosques, estacionamentos e bares.

No Méier, o mergulhão teria 400 metros de extensão e ficaria no trecho entre as ruas Arquias Cordeiro e Vinte e Quatro de Maio. Na superfície, seria construído um terminal intermodal de transporte (trem, ônibus, vans e táxis). Seriam feitas ainda ligações entre as ruas Dias da Cruz e Lucídio Lago e Pache de Faria e Carolina Méier.

O mergulhão de Madureira teria 368 metros de extensão. Ficaria na área em que o Viaduto Negrão de Lima cobre a linha férrea - entre as ruas Mendes de Aguiar e Padre Manso. Na superfície, haveria um teto de vidro e cinco ruas cortando o que hoje é a linha do trem.


- “A idéia é unificar os bairros” - disse Casé.


A proposta de integrar os bairros é vista com bons olhos por quem mora na região. Além de possibilitar a criação de áreas de lazer, o que é uma carência na região do subúrbio. Os mergulhões proporcionariam uma valorização do bairro, uma vez que estas áreas poderiam ser utilizadas como elementos de lazer e integração de áreas diferenciadas, mas que fazem parte de um mesmo bairro.

Arquiteto Paulo Casé

Paulo Casé faz parte de uma geração de profissionais que passou os anos de faculdade debatendo arquitetura e lendo tudo o que lhe chegava às mãos sobre modernismo. Era o final dos anos 1950 e na tradicional Escola Nacional de Belas-Artes, no Rio de Janeiro, ainda reinava o ecletismo, enquanto o moderno não chegava às salas de aulas - “por desinteresse, acomodação ou conservadorismo”, diz o arquiteto.

Como a maioria dos colegas, o modernista, racional e formal Casé tinha em Lucio Costa, Sérgio Bernardes e Oscar Niemeyer seus gurus nacionais, mas era a arquitetura de Frank Lloyd Wright que fazia realmente sua cabeça.

Sua atividade profissional, intensa, tem se voltado, nos últimos anos, para o urbanismo e a arquitetura que ele chama “de intenções”, de projetos simples, mas que oferecem opções de lazer e esportes aos bairros carentes do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

CRAU - CONFEA admite!



Pesquisa nacional, feita pelo próprio CONFEA, revela o que todos já sabiam: o desejo que os arquitetos urbanistas têm em ter seu próprio Conselho profissional, independente do sistema CREAs/CONFEA.

Para isso uma prova empírica desse desejo foi realizada pelo órgão para difinir e traçar o perfil sócio-econômico e profissional dos arquitetos. Toda essa pesquisa é fruto do Projeto de Lei do Senado nº 347 de 2003, que autoriza a criação do Conselho Federal de Arquitetura e Urbanismo e dos Conselhos Regionais.

O Projeto de Lei 4747/2005, de autoria do senador José Sarney (PMDB/AP) trata da criação de um Conselho exclusivo de arquitetos e urbanistas.
O artigo 54 do projeto de Lei determina que as atuais coordenadorias de Câmaras Especializadas de Arquitetura dos Creas - Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, e representantes das entidades nacionais de arquitetos e urbanistas devem gerenciar o processo de transição e organizar o primeiro processo eleitoral do novo Conselho.

O desmembramento da parte relativa à arquitetura e aos arquitetos dos Conselhos Federal e Regionais atuais é um assunto antigo. Em 1959, o Instituto dos Arquitetos do Brasil defendeu projeto de Lei com esse objetivo. Na época, o projeto foi considerado inexeqüível, principalmente pela confusão normativa que causaria. “As resoluções que viessem a ser baixadas por Conselhos distintos (de arquitetos e de engenheiros) esbarrariam em sérias dificuldades, ao pretender estabelecer fronteiras mais ou menos nítidas em matéria tão complexa e tão conexa”, diz o parecer redigido à época acerca da Lei.

Os resultados completos sobre o relatório do CONFEA podem ser acessados aqui. Mais sobre a íntegra do Projeto de Lei clique aqui.

Agora só falta o sistema CONFEA / CREAs oficiarem aos Poderes Executivo e Legislativo Federal manifestando seu integral apoio ao Projeto de Lei, respaldado por todas as entidades da categoria: IAB, FNA, AsBEA, ABEA e ABAP. Se for possível, né!

Fonte: Revista ViverCidades

domingo, 26 de outubro de 2008

Compromisso dos candidatos à prefeteitura com o CREA-RJ

Os candidatos à Prefeitura do Rio de Janeiro apresentaram propostas para a cidade em entrevista na Web Rádio Crea-RJ. Bem lembrado por minha colega arquiteta, urbanista e blogueira Carolina Andrade, temos que ficar atentos e cobrar o compromisso firmado pelos atuais candidatos do segundo turno. Daqui a algumas horas, saberemos quem será o "felizardo"! O compromisso é de parceria com o CREA-RJ no intuito de disponibilizar à população mais carente da cidade, serviços de profissionais qualificados, como arquitetos e engenheiros, dando à essa grande parcela da população o direito à qualidade de moradia. Pois não basta apenas pensarmos que sendo, hoje, a propriedade qualificada como função social, esse direito não termina no ato da concessão da terra, mas sim na propagação da informação de como construir de forma orientada à aqueles que não tem a oportunidade.

Aconselho você a dar uma olhadinha no blog Arquitetura e Tal e lá estará um link do vídeo.

E vamô que vamô!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Áreas de Planejamento/Rio de Janeiro

Para quem não sabe, aqui está uma "breve" explicação
das áreas de planejamento do município do Rio de Janeiro e suas origens!

Muitas pessoas não sabem porque não é de interesse de muita gente, até porque a maioria dos cariocas tem uma preocupação maior: ganhar o ganha-pão de cada dia. Enfim!!! E além disso, não é de interesse da política, pois aqui vale o eleitor desconhecido do passado dos candidatos, ou seja, eleitor sem memória política, facilitando assim o poder de persuasão sobre o mesmo (eleitor).

O candidato tem obrigação de conhecer o município que irá administrar, e ontem, no debate que houve na Record, o candidato Gabeira entendeu muito bem que o Eduardo Paes queria realmente fazer pegadinha. Pois ele a fez SIM! Mas Gabeira não bobeia... e diante daqueles que não têm o conhecimento fica parecendo que o Gabeira quer alfinetar Paes, enquanto o que ocorre é extremamente o contrário.

Como já apresentei a AP 3 (que não é totalmente considerado subúrbios da Central e da Leopoldina e nem totalmente Zona Norte - conforme Paes disse ontem. Aff!), na postagem do dia 18 de outubro, hoje, explico melhor para vocês como o Rio de Janeiro é divido para atender administrativamente os bairros conforme uma divisão feita por áreas (AP’s) divididas em regiões administrativas (RA’s) de acordo com a proximidade e as suas particularidades urbanas, assim podendo atender as necessidades da cidade de forma geral.

Então vamos lá!

O Rio é dividido em 5 áreas de planejamento:

- Área de Planejamento 1


A Área de Planejamento 1, formada por 15 bairros e 6 Regiões Administrativas, representa 4,6% da população carioca e 2,8% do território municipal.

Trata-se do espaço urbano mais antigo da cidade, correspondendo ao centro histórico e ao conjunto de bairros que foram urbanizados na primeira metade do século XIX, como resposta ao processo de crescimento e transformações decorrentes da chegada da corte portuguesa em 1808.

- Área de Planejamento 2


A Área de Planejamento 2, formada por 25 bairros, distribuídos por 6 Regiões Administrativas, representa 17% dos cariocas e ocupa 8,2% do território da cidade.

A AP 2 corresponde à área de expansão da cidade promovida por implantação do sistema de bondes, na segunda metade do século XIX. Com sua configuração geográfica entre o mar e o Maciço da Tijuca, é a região que simboliza a imagem da Cidade do Rio de Janeiro. É nessa estreita faixa que se localiza a quase totalidade dos pontos turísticos que projetaram internacionalmente a Cidade e até mesmo o país. Notabilizada por sua paisagem e inúmeros atrativos culturais e de lazer, a região exerce atratividade não só para os que vêm de fora mas também para os moradores do restante da cidade pela oferta de serviços e lazer. Ainda hoje, nos bairros da zona sul, sobretudo, em Copacabana, encontra-se a maior parte do parque hoteleiro da cidade, além de restaurantes e casas noturnas.
-
Área de Planejamento 3


A Área de Planejamento 3 possui 80 bairros distribuídos em 13 Regiões Administrativas, que correspondem a 16,6% do território municipal e a 40,2% do total da população residente no Rio de Janeiro. De cada cinco cariocas, dois moram na AP 3. E, de cada dois moradores de favela, um está na AP 3 (49,9% da cidade).

Na origem, as atividades agrícolas foram responsáveis pela ocupação da extensa área de sertão, levando à implantação da freguesia rural de Irajá, em 1647, e, posteriormente, a de Inhaúma (1743) e a da Ilha do Governador (1757).

As transformações de uso e a conseqüente anexação das terras da AP 3 à malha urbana começaram a acontecer com a implantação da ferrovia, na segunda metade do século XIX. Dos quatro ramais ferroviários lançados na região, ganha destaque o da Central do Brasil como o que mais propiciou a formação de bairros ao redor das estações.

No inicio do século XX, a realização de um amplo programa de obras de renovação urbana na área central promoveu o deslocamento de determinados usos para a direção norte da cidade, orientado pela existência do sistema de transportes ferroviário que atendia aos deslocamentos de passageiros e de cargas.

Novos bairros surgiram, então, como resultado da implantação das atividades industriais. Nos anos trinta, a eletrificação da ferrovia propiciou a unificação do preço das passagens e, com isso, os empreendimentos habitacionais, promovidos por instituições previdenciárias, os Institutos de Aposentadoria e Pensões, passaram a exercer papel preponderante no processo de ocupação dessa área da cidade.

- Área de Planejamento 4

A Área de planejamento 4 é formada por 19 bairros distribuídos por 3 Regiões Administrativas. No conjunto da cidade, a AP 4 corresponde a 24% da área e 11,6% da população carioca.


Trata-se de extensa área de baixada, limitada pelos maciços da Tijuca e Pedra Branca e pelo Oceano Atlântico, mantida durante muito tempo preservada, sem inserção na malha urbana, em função das próprias características geográficas que lhe dificultavam o acesso. Suas conexões com a cidade eram promovidas por caminhos que serpenteavam os morros ou pela garganta entre os dois maciços, atual Candido Benício. Neste trecho, uma lenta ocupação foi iniciada pela parte norte da Baixada de Jacarepaguá, sendo sua base rural, com predominância de sítios e chácaras.

Apenas em meados do século XX ocorreu a inserção definitiva da área ao território da cidade, em função da implantação de novas conexões rodoviárias. A ocupação, que passava a ser irreversível e enormemente facilitada, foi conduzida pela continuação do eixo litorâneo, vindo da zona sul, expandindo a ação do vetor residencial mais valorizado da cidade. Dois vetores passaram então a conduzir a urbanização da área: um mais antigo por Jacarepaguá e um novo, pela Barra da Tijuca. Esta direção, por extensão, valores ambientais e potencial de crescimento, foi objeto de um plano de ocupação realizado em 1969 por Lucio Costa, que obedeceu às idéias vigentes na época. Por um lado contribuiu para a preservação de diversas áreas naturais de grande importância, por outro trouxe um modelo de ocupação calcado na segregação de usos, na negação do tecido urbano tradicional – com densidade e espaços públicos de interação, como no Jardim Oceânico e Barrinha – e na dependência em relação ao transporte individual. Um resultado indireto foi também a segregação social, com o surgimento e expansão de favelas destinadas a abrigar uma mão de obra para a qual o plano não previu claramente alternativas.

Desde então, a AP 4 registra um fantástico crescimento, verificado, sobretudo, na região administrativa da Barra da Tijuca que passou de 5.779 residentes em 1970 para 174.353 em 2000, numa variação de 2.917% em 30 anos.
A ação do mercado imobiliário é bastante forte na região, respondendo em 2004 por 69,3% das unidades lançadas em empreendimentos imobiliários efetuados na cidade, segundo Ademi. Tudo isso, revelou a constante implantação de condomínios residenciais uni e multifamiliares, dotados de infra-estrutura e segurança, que começou em meados da década de 70 que perdura até os dias atuais, assim como atraiu a construção de centros comerciais, de entretenimento e lazer.

- Área de Planejamento 5


A Área de planejamento 5 é formada por 20 bairros e 5 regiões administrativas. Corresponde a 48,4% do território do Município e abriga cerca de 26,6% da população carioca. Seu território apresenta como principais compartimentadores físicos o Maciço do Gericinó-Mendanha, os Rios Guandu Mirim e Itaguaí, o Maciço da Pedra Branca e a Baía de Sepetiba.

A Zona Oeste, como é conhecida, foi tratada como última fronteira da urbanização do Rio de Janeiro. Nela, foram mantidos, durante muito tempo, os usos agrícolas e as extensas propriedades, que foram se extinguindo com a pressão da urbanização, a partir da década de 1960.
Embora cortada pela ferrovia, que chegava a Santa Cruz, fatores como distância, ausência de serviços e áreas militares bloquearam a continuidade da expansão urbana, inicialmente concentrada no entorno das estações ferroviárias.

Gradativamente, a ocupação foi sendo expandida, o que é atestado pelo crescimento populacional da área, de 124,3% nos últimos 30 anos (1970/2000). Como local de moradia para um pouco mais de um quarto da população da cidade, a AP 5 apresenta 11,6% desse contingente morando em ocupações irregulares, loteamentos irregulares ou clandestinos e favelas.
É isso! Base desta postagem é fruto de estudo realizado para preparação do plano diretor pela câmara.

domingo, 19 de outubro de 2008

Alma suburbana - subúrbio em transe!



"Se você não está satisfeito com o que estão lhe oferecendo, então você tenta mudar esta realidade"


"VAMOS SAIR DO "COMA" SOCIAL!!!"

"VAMOS SAIR DO "COMA" POLÍTICO!!!"


Se a maioria sabe em quem votar no Big Brother Brasil (BBB), também irão saber em quem votar para prefeito do Rio de Janeiro, não acham? Descobri em um blog de um repórter de um jornal bastante popular no Rio esta pesquisa. Confira a comparação do repórter sobre a quantidade de votos recebida pelos candidatos do Big Brother e a dos principais políticos brasileiros, na última eleição. Quer saber mais?

Só um lembrete: o voto em Lula, Cabral e Serra é obrigatório e gratuito. Votar
no Big Brother é opcional e o eleitor, se o fizer por telefone, ainda paga!
Conclusão: BBB é um fenômeno. Fenômeno é notícia. E jornalista não briga com
notícia! Goste ou não dela.

Um abraço e vamô que vamô!

150 anos de subúrbio carioca - 1858 a 2008


Como ficou combinado, mais sobre o subúrbio
O NEURB - Núcleo de Estudos e Pesquisas Urbanas/UFF promove nos dias 18, 19 e 20 de novembro de 2008 um colóquio (seminário) sobre a origem e consolidação do subúrbio carioca e para aqueles que não conhecem esta maravilha, aí acima vai o cronograma do colóquio.
ps.: vou preparar um material sobre este assunto, que tanto me interessa, para explicar o subúrbio através de um olhar de moradora, pesquisadora e arquiteta urbanista.

Por que eu voto Gabeira??

E-mail que eu recebi de uma amiga e encaminho para vocês leitores do "Duas Artes"

Por que eu voto Gabeira??
Leia que você vai entender

Leia abaixo algumas verdades do passado de Eduardo Paes:
  1. Como dizem, diga-me com quem andas que te direi quem és. Eduardo Paes pode fazer jus a esse ditado, pois é candidato apoiado por diversos vigaristas, tais como: Sérgio Cabral, o governador que chama servidor de vagabundo; Jorge Picciani, o chefe de diversos esquemas mafiosos da ALERJ; Anthony e Rosinha Garotinho, os governadores que mais roubaram nos últimos tempos; Benedita, aquela que secou o caixa do governo do estado em tempo recorde, apenas em 6 meses fez a limpa; Saturnino Braga, aquele que quebrou a prefeitura nos anos 80; Álvaro Lins, bandido que está preso; Jerominho, chefe de milícias.
  2. Eduardo Paes defende as milícias por, segundo suas palavras, terem devolvido a paz às comunidades que ocupam. Assim, com Paes prefeito a milícia aumentará ainda mais seu poder pelo Rio, instituindo violência e caos na cidade.
  3. Eduardo Paes troca de partido como troca de roupa, já foi do PV, PFL, PDT, PTB, PSDB e agora está no PMDB. Se ele não é fiel ao partido será fiel a você?
  4. Eduardo Paes já chamou Lula de chefe da quadrilha na época do mensalão e agora considera Lula o maior herói dos últimos tempos e foi implorar por seu apoio. Um candidato que não tem ideologia, apóia os outros conforme a conveniência, irá estar ao lado da população quando esta precisar?
  5. Eduardo Paes fala de realizações da prefeitura como se fossem suas pois era subprefeito da Barra/Jacarepaguá. Esquece-se de dizer, porém, que o subprefeito não tem nenhum centavo de orçamento. Assim, todas as obras que foram realizadas são méritos do Prefeito, não dele. Se ele se apropria de realizações de outras pessoas por que não iria se apropriar de seu dinheiro?
  6. Eduardo Paes é formado em Direito há 12 anos mas NUNCA passou na prova da OAB, sendo conhecido como mero Bacharel de Direito. Um candidato "muito bem capacitado e preparado", não?
  7. Eduardo Paes manterá na prefeitura os conchavos que o PMDB realiza no estado e Brasil afora, manterá a política de populismo e clientelismo vigente desde os Garotinhos. Por que políticos do mais baixo nível estão ao seu lado? Porque Paes irá fazer politicagem com a máquina pública loteando os cargos da administração na mais famosa política do toma-lá-dá-cá. Uma mão lava a outra, sabe?
  8. Eduardo Paes responde processo na Justiça por improbidade administrativa na época que era secretário do César Maia, ou seja, ROUBOU o dinheiro público!
  9. Eduardo Paes não se descompatibilizou de seu cargo na Secretaria de Esportes a tempo de ser candidato. Mas nada que seu "tio" Cabral desse um jeitinho, ao publicar um Diário Oficial no dia 6 com data do dia 4!! Imagine, então, os diversos jeitinhos que Paes fará para roubar seu dinheiro…
  10. Eduardo Paes foi o candidato que teve maior número de propaganda ilegal apreendida pelo TRE, começou o 2o turno fazendo uma caminhada ilegal e polui a cidade com milhares de placas, seguradas por escravos. Um candidato que não respeita as leis vai respeitar você e seu dinheiro?
  11. Os partidários do Eduardo Paes espancam pessoas que fazem propaganda para outros candidatos. Um candidato que defende a paz e união da cidade em seus discursos, está por trás do olhar do povo instigando a violência e separação da cidade! Um belo exemplo de democracia que o candidato exercerá quando for prefeito, não?
  12. Eduardo Paes é o candidato da especulação imobiliária. Quando foi subprefeito removeu comunidades para a instalação de condomínios de luxo e agora o candidato promete acabar com as APAC's, última proteção à especulação imobiliária na Zona Sul.
  13. Eduardo Paes discrimina as minorias e promove a segregação social.
  14. Eduardo Paes utiliza dinheiro público para fazer obras em condomínios privados.
  15. Eduardo Paes diz que conhece todo o Rio de Janeiro mas passou sua vida toda entre Zona Sul e Barra da Tijuca.
  16. As obras do PAN realizadas pela Secretaria de Esportes, comandada por Paes, foram superfaturadas, pra onde foi parar esse dinheiro?
  17. É cria política do César Maia. Eduardo Paes foi lançado na política por César Maia e tudo que aprendeu na vida de política foi ensinado por mais esse "tio".

    ps.: algo me diz que esse cara não presta! rsrs
mensagem que andei rececendo por e-mail de outros pessoas de mesma opinião.

sábado, 18 de outubro de 2008

O Tiro saiu pela culatra...

Boa noite,
Aí vai mais um questionamento!
Independência ou dependência?!

"Não somos um país democrático...Somos um povo prostrado, nossas vontades são definidas pelas classes dominantes."
Esta na hora dos brasileiros aproveitarem o momento da troca de informações e buscar entender e enxergar as armadilhas que a política junto com as classes dominantes nos aprontam.
Abs
Karolynne Duarte
Arquiteta e Urbanista

----- Original Message ----- To: lkarolynne@gmail.com ; Marcus Vinícius ; Marcus Vinícius ; Bruna Guterman
Sent: Saturday, October 18, 2008 6:09 PM
Subject: Fwd: [Fwd: REF.:O Tiro saiu pela culatra...]


Independência ou dependência?!

"Não somos um país democrático...Somos um povo prostrado, nossas vontades são definidas pelas classes dominantes."

Abs

---------- Forwarded message ----------
From: Paulo Roberto <p_roberto@uol.com.br>
Date: 2008/10/18
Subject: [Fwd: REF.:O Tiro saiu pela culatra...]
To: destinatarios-nao-revelados


Bom dia, pessoal...

Repassando...

Saudações,

Paulo Roberto.

**_/Tiro pela culatra/_**
**_//_** */SENSACIONAL !!! Aquilo que voce queria dizer, mas não teve oportunidade ou coragem. Palavras corajosas... e a emisoora é governamental. O camarada ministro-comuno-subverso- terrorista deve ter urrado de raiva e já deve ter bolado algum atentado contra o pobre produtor da matéria./*

*//*

--
Marcus Martins
Arquiteto e Urbanista

Uma explicação sobre subúrbio!!!

ATENDENDO A PEDIDOS! ESTOU REPASSANDO O DESABAFO DO E-MAIL!

Pessoal,

Não posso deixar de comentar sobre a propaganda política do candidato "a síndico" Eduardo Paes que vi anteontem na TV, onde tocava um "sambinha" no fundo dizendo o seguinte verso "Sou suburbano com muito amor" e assim, mostrava um monte de imagens relacionadas ao subúrbio como: as estações ferroviárias, os trilhos e alguns bairros do subúrbio, como Méier (ainda é preciso fazer algo neste bairro? e os outros bairros do subúrbio?) Realengo, Tijuca, Madureira (ah!!! este precisa de muita atenção especial e de muitos investimentos, principalmente nos barros de seu entorno)...

Já que o termo "subúrbio" no Rio tem essa particularidade de conotação. Só para vocês saberem e não ficarem absorvendo o que se tem falado na mídia e principalmente não aceitar a bandeira de segregação que o Paes (caramba! esse cara tá jogando suja pra caramba!!!!) inventa sobre o Gabeira. No dicionário o termo é substantivo masculino e significa 1.Arredores de cidade ou de qualquer povoação. 2.Bras. RJ. Bairro afastado do centro da cidade e que, originalmente, era ligado a este, sobretudo por linha ferroviária. Não quer dizer submissão, como muitos acham!!! E EU TENHO MUITO ORGULHO DE SER SUBURBANA, apesar do descaso que tem havido com a nossa região. O termo denota a origem dos bairros suburbanos, por isso temos bairros do subúrbio da Central (devido a linha férrea Central do Brasil) e os bairros do subúrbio da Leopoldina, entre outros, como os da linha auxiliar.

Enfim! Voltando a minha crítica!!! Paes, se manca!!! Que apelação!!! Você só enxergou a Barra da Tijuca e adjacências, já que nesta região ocorreu um grande boom de investimentos que apenas beneficiam as classes alta e média alta. Reparem! Na Barra, um morador não pode comprar nada a pé, só de carro... Típicos de bairros onde moram as classes alta e média alta, onde tudo se faz com veículo próprio... Ah! E que realidade o senhor conhece? E aí? Alguém ainda quer votar nesse candidato? Eu posso dizer, pois sou suburbana de sangue, corpo, alma e coração e Paes nunca pensou ou fez algo por nós, suburbanos! Viu que a maioria dos votos do Gabeira na primeira eleição foi da Zona norte! E agora está apelando legal!!! Viu também que o maior eleitorado está no subúrbio, mas precisamente na Área de Planejamento 3, só para vocês saberem a AP 3 engloba os seguintes bairros:

Manguinhos, Bonsucesso, Ramos, Olaria, Maré, Jacaré, São Francisco Xavier, Rocha, Riachuelo, Sampaio, Engenho Novo, Lins de Vasconcelos, Méier, Todos os Santos, Cachambi, Engenho de Dentro, Água Santa, Encantado, Piedade, Abolição, Pilares, Jacarezinho, Vila Cosmos, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Vista Alegre, Irajá, Colégio, Campinho, Quintino Bocaiúva, Cavalcanti, Engenheiro Leal, Cascadura, Madureira, Vaz Lobo, Turiaçu, Rocha Miranda, Honório Gurgel, Oswaldo Cruz, Bento Ribeiro, Marechal Hermes, Higienópolis, Maria da Graça, Del Castilho, Inhaúma, Engenho da Rainha, Tomás Coelho, Complexo do Alemão, Penha, Penha Circular, Brás de Pina, Cordovil, Parada de Lucas, Vigário Geral, Jardim América, Guadalupe, Anchieta, Parque Anchieta, Ricardo de Albuquerque, Coelho Neto, Acari, Barros Filho, Costa Barros, Pavuna, Parque Colúmbia, Ribeira, Zumbi, Cacuia, Pitangueiras, Praia da Bandeira, Cocotá, Bancários, Freguesia, Jardim Guanabara, Jardim Carioca, Tauá, Moneró, Portuguesa, Galeão e Cidade Universitária... Ufa!!!


No total o Rio tem AP 1 – 15 bairros / AP 2 – 25 bairros / AP 3 – 80 bairros / AP 4 – 19 bairros / AP 5 – 21 bairros. Viram o peso?!

Além disso, Paes está aproveitando o gancho da história entre a vereadora Lucinha (PSDB) e o candidato Gabeira, onde o acusam de estar sendo preconceituoso! Volto a falar! Quando ele diz "visão suburbana" ele NÃO ESTÁ "diminuindo" ou tornando submissa à questão dos subúrbios, mas apenas caracterizando como tal, ao meu ver. Ele pode ter sido infeliz no comentário, mas quem nunca falou algo querendo expressar o contrário e acabou não se fazendo entender?????Isso já aconteceu comigo!

Por fim, ao meu ver Paes está atacando e aproveitando as brechas para atacar mais ainda! Não sinto segurança nas suas palavras e muito menos segurança no seu domínio no assunto, cuja maioria das propostas vieram a reboque do governo do governador Sérgio Cabral e no argumento de um bom relacionamento entre os outros dois poderes: os governos estadual e federal, sendo que o bom relacionamento terá (digo, sim, um obrigação pública!) de acontecer sendo o presidente ou o governador contra o prefeito, pois acima dos problemas pessoais/profissionais dos políticos está o bem-estar do povo.

Me desculpem o desabafo, mas se puderem repassar isso para colegas ou amigos, eu agradeço!!!! Nós temos que refletir muito bem nessas eleições para escolher o candidato certo!! Quero um Rio de Janeiro diferente do que está agora!!! Não quero mesmice!!!!

Ps: Me vejo na obrigação de explicar um pouco sobre a história do subúrbio, já que agora as pessoas estão acordando para a realidade dos acontecimentos que vem acontecendo há tempos!

domingo, 21 de setembro de 2008

Casa na árvore já é realidade

Uma homenagem ao dia da árvore... Dia 21 de setembro!


"Ter uma casa na árvore não é mais um sonho de criança. Esta também é a saída encontrada por adultos para se refugiar da agitação das grandes cidades e viver entre pássaros, copas repletas de frutas e até dividir a morada com um ninho de joão-de-barro".

Projeto no interior de São Paulo será evolução da técnica e terá energia elétrica em espaço que varia desde um pequeno espaço de 9 m² e vai até 82 m² de construção.

Veja o que diz a reportagem:

"O empresário paranaense Ricardo Brunelli é um exemplo disso. Ele construiu a primeira casa na árvore em 1976. A estrututa era de bambu e coberta por folhas de bananeira. O projeto durou até a primeira chuva. Ele contou com a ajuda de dois amigos e a construção foi levantada em espaço afastado, numa fazenda, em Rolândia (PR). “Essa idéia ficou na minha cabeça e pensava sempre se um dia eu conseguiria construir uma casa de verdade para mim”, disse. O que era brincadeira de criança hoje é o trabalho de Brunelli, que constrói casas em árvores. A primeira casa, feita profissionalmente, está em uma figueira centenária, localizada numa fazenda na cidade de Porecatu, no interior do Paraná. “É uma figueira com 30 metros de altura. A casa está a 10 metros de altura. A plataforma de lazer está a 18 metros de altura, como se fosse um apartamento no sexto andar.”

A casa na árvore construída na figueira pode muito bem abrigar uma família de maneira permanente, segundo Brunelli. “São 44 m² de construção, com sacada de 20 m² e uma área de lazer com 17m² sobre a casa.”

A obra tem fogão a lenha, que pode ser usado como lareira nas estações frias, o quarto tem ar-condicionado. O banheiro é completo e tem azulejo na parede, feita de placas de isopor. Como segurança, a escada sobe e desce por meio de controle-remoto. “A estutura é feita de angico-preto, que é bem resistente e suporta até 150 quilos por metro quadrado”, disse Brunelli. Ele conta que aproveita o imóvel da árvore nos finais de semana com a família. “Sou eu que cuido e faço a manutenção. Tenho muito carinho por ela”, disse o empresário. Acostumado à altura das copas das árvores, Brunelli está construindo um escritório suspenso, em Londrina. “Serão 30 m² em um condomínio fechado. A outra, na figueira, será apenas para passeio mesmo.”

Meio ambiente

A integração dos donos de casas em árvores com a natureza é total. “Nós não derrubamos um galho sequer das árvores. Temos uma preocupação com o meio ambiente. Mudamos o projeto de uma casa para manter dois ninhos de joão-de-barro na árvore escolhida para construção e estão lá até hoje”, afirmou Brunelli. Para garantir a sustentação da casa entre os galhos, a construção é feita com travamentos feitos com cabos de aço. Para construir uma casa na árvore é preciso ter olho clínico para acertar qual é a melhor e mais segura. “Muitas vezes as pessoas nos procuram com um projeto de casa pronto na cabeça e com uma árvore já escolhida. No entanto, não é difícil a gente mudar o projeto e até mesmo a árvore. É preciso que ela tenha entre 70 e 80 centímetros de diâmetro de tronco para poder apoiar uma casa. Além disso, tem de ter espaço para que o deck não cubra totalmente a raíz da árvore, que precisa receber sol. A base de uma casa para adulto também não pode ser construída, por exemplo, a menos de seis metros de altura”, disse Brunelli.
O empresário conta com o apoio técnico de José Aparecido Rossato, de 48 anos. A família dele trabalha com madeira a seis gerações. "Meu avô ensinou mei pai, que me passou as informações e assim foi indo. Com isso já são seis gerações. Ao mesmo tempo que a gente usa a madeira para construir as casas, temos pena de matar uma árvore para ter a madeira. Eu fico sentido com isso, porque queria mesmo ver a árvore em pé, no meio da natureza."

Rossato, no entanto, disse que se sente bem em construir casas em árvores. Ele diz ter certeza de que ela não será derrubada enquanto abrigar a construção. "Isso serve de conforto para nós. Não tem jeito mesmo, pois temos de usar madeira em tudo na vida. De qualquer forma, tomamos cuidado para não machucar a árvore."

Medo de raio

A sensação de liberdade e de isolamento ainda compensam o risco, considerado pequeno, de um raio cair sobre a árvore que sustenta a casa. “Só colocar um pára-raio sobre a árvore não garante segurança. O ideal seria construir três torres de madeira, mais altas do que a árvore, mas isso sai muito caro.” Brunelli lembra que durante uma tempestade teve de descer com a mulher e os filhos para o carro. Não demorou muito tempo e voltamos para a casa na árvore.”

Vida de Tarzan

O casal Manolo Moran e Tereza Setti escolheu a cidade de Santo Antônio da Platina, no Paraná, para construir a casa da árvore para a família. "Já faz três anos que curtimos isso. Depois que tivemos os nossos filhos, amadurecemos a idéia de termos uma casa assim. Não precisamos dos clichês de casas na árvore, como cordas para subir e nem escorregadores, não era essa a nossa idéia", disse Tereza.

Para ela, a casa, também instalada em uma fazenda, serve de refúgio para a família. "É espaço suficiente para nós quatro. As crianças adoram, mas as visitas adoram mais ainda. A primeira coisa que perguntam quando chegam à fazenda é onde está a casa na árvore", disse Tereza.

A casa foi construída em um aglomerado de flamboaiã e tem 9m² de área interna. "É o suficiente para nós. Ainda temos uma lareira para manter o local quente nos dias mais frios", afirmou Tereza. Em Botucatu, no interior de São Paulo, Brunelli construiu uma casa que surge num pé de jambo e termina entre duas mangueiras. Esta tem 82 m² e uma passarela de 22 metros de comprimento e está a 10 metros de altura. O caminho para o mirante sai da piscina da casa e segue com 15 metros de passarela.

O projeto mais ambicioso está sendo construído em Araras, no interior de São Paulo. A casa, segundo Brunelli, será a mais bonita de todas. "É a evolução de toda técnica e conhecimento que temos em casas de madeira. O projeto vai ter energia elétrica, móveis e tudo que uma casa construída no chão tem".

A obra possui um parque infantil na parte inferior e depois tem uma casa de dois quartos para adolescentes. Há também passarelas interligando os ambientes até um mirante com vista para a represa local.

Veja alguns exemplos.

Fonte: O globo.